Carolina Carla Cruz
27 de Março de 2026 | 2 min. de leitura
Carolina Carla Cruz
27 de Março de 2026 | 2 min. de leitura
No serviço, o Ponto de Venda não é físico.
Mas ele existe.
Durante muito tempo, o Trade Marketing foi construído olhando para um elemento central:
O ponto de venda.
A loja.
A gôndola.
A exposição.
Mas quando olhamos para serviços, essa lógica parece desaparecer.
E é exatamente aí que começa o erro.
Porque o ponto de venda não deixou de existir.
Ele só mudou de forma.
No serviço, o “PDV” não está em um espaço físico organizado.
Ele está na experiência.
No atendimento que acolhe… ou afasta.
No ambiente que transmite confiança… ou insegurança.
No tempo de resposta que aproxima… ou faz o cliente desistir.
Na jornada que flui… ou gera fricção.
Consultórios.
Escritórios.
Clínicas.
Atendimento digital.
Todos esses são espaços onde decisões acontecem.
E mais do que isso:
Onde percepções são formadas.
E percepção, no serviço, não é detalhe.
É critério de escolha.
Diferente do produto físico, onde muitas vezes o consumidor compara preço, embalagem e promoção…
No serviço, ele compara sensações.
Confiança.
Clareza.
Segurança.
Experiência.
É por isso que o ponto de contato não pode ser tratado como algo operacional.
Ele é, na prática, o novo ponto de venda.
E talvez a grande mudança esteja aqui:
Não é sobre adaptar o Trade Marketing ao serviço.
É sobre entender que ele sempre esteve lá.
Só que ninguém estava olhando.
Faz sentido para você? 🚀