Carolina Carla Cruz
10 de dezembro de 2025 | 2 min. de leitura.
Carolina Carla Cruz
10 de dezembro de 2025 | 2 min. de leitura.
A crescente adoção de IA por varejistas e marcas está transformando desde análise de dados até rotas de promotores, previsão de demanda e reposição automática. GM Promo+2CNDL+2
Isso significa: menos “achismo”, mais precisão. A capacidade de reagir quase em tempo real ao comportamento do shopper será um divisor de águas.
O perfil do consumidor segue mudando — ele valoriza conveniência, transparência, propósito, bem-estar e consistência mais do que preço bruto. Sebrae RS+2McKinsey & Company+2
Isso exige que o trade deixe de pensar apenas em exposição ou preço, e comece a desenhar jornadas — físicas e digitais — com experiência, sentido e relevância.
A linha entre loja física, e-commerce, app, social commerce e marketplaces vai continuar se apagando. Quem vencer em 2026 será quem integrar dados, estoques, campanhas e jornadas sem silos. aidigital.com+2Involves Club+2
Isso exige reorganização operacional, visão sistêmica e governança interna para que o canal certo chegue à pessoa certa no momento certo.
O uso estratégico de dados deixou de ser diferencial — virou requisito. Saber quais lojas performam melhor, por que SKU X gira mais, onde há ruptura, demanda latente ou oportunidade de up-sell será fundamental. MáximaTech+2Infoprice+2
Análises preditivas, inteligência de sortimento e microsegmentação serão armas poderosas — e quem as dominar ganha agilidade.
Consumidores priorizam marcas coerentes com valores: ética, transparência, responsabilidade social ou ambiental. Isso impacta diretamente na aceitação do trade no PDV. Sebrae+2Central do Varejo+2
Trade Marketing deixa de ser só sobre exposição — vira parte da reputação da marca.
A concorrência por atenção é intensa. Isso obriga lojas, marcas e trade a entregarem mais do que produto: sensações, conveniência, storytelling e jornada fluida. Forbes+2Coursera+2
Experiências físicas pensadas para o shopper conectado e digital — movimento que muitos chamam de “phygital”.
Com tudo isso, o perfil de quem executa trade precisa evoluir: não basta ser bom na gôndola — é necessário saber de dados, tecnologia, shopper behavior, omnicanalidade e execução ágil. Involves Club+1
A escassez desse perfil torna quem o tiver um ativo estratégico de alto valor.
O ritmo de mudança do comportamento do shopper e da tecnologia exige agilidade: quem demora já começa atrás.
O custo de errar é alto: estoque parado, ruptura, mix desalinhado, desperdício de verba. Com dados e IA, dá para evitar – e lucrar.
A competição agora é por relevância, não apenas linha de produto ou preço. Marcas sem coerência, sem experiência, sem inteligência de execução perdem.
O trade deixa de ser meramente operacional e se transforma em centro de resultados — de inteligência, operação e experiência.