Carolina Carla Cruz
19 de Março de 2026 | 2 min. de leitura
Carolina Carla Cruz
19 de Março de 2026 | 2 min. de leitura
Ninguém está falando sobre isso.
Mas deveria.
Tenho estudado e estruturado um conceito que, na minha visão, vai ganhar cada vez mais relevância nos próximos anos:
Trade Marketing de Serviços.
O Trade Marketing nasceu dentro da indústria.
Se desenvolveu olhando para canal, distribuição, execução e ponto de venda.
Mas existe uma pergunta que quase ninguém está fazendo:
O que acontece quando não existe produto físico?
Quando não há gôndola.
Não há ruptura.
Não há exposição.
Mas existe algo ainda mais sensível:
A experiência.
Consultórios.
Escritórios.
Ambientes digitais.
Atendimento.
Tudo isso são pontos de contato onde decisões são tomadas todos os dias.
E, na prática, funcionam como o verdadeiro “ponto de venda” dos serviços.
É aqui que entra o que venho estruturando como Trade Marketing de Serviços:
Uma disciplina que organiza, padroniza e potencializa a execução da experiência ao longo da jornada do cliente.
Porque no serviço:
Não é o produto que está em jogo.
É a percepção.
E percepção não é aleatória.
Ela pode (e deve) ser construída.
A partir disso, começo a consolidar quatro pilares dessa abordagem:
• Arquitetura dos pontos de contato
• Execução da experiência
• Construção de percepção de valor
• Inteligência de crescimento
No produto, o ponto de venda expõe.
No serviço, o ponto de contato convence.
E talvez esse seja um dos próximos movimentos de evolução do Trade Marketing.
Não mais limitado à gôndola.
Mas expandido para a experiência.
Faz sentido para você?